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|  | Portugal é irado. Vale mesmo a pena conhecer. Estive por 3 dias em Lisboa (sul) e por 2 dias no Porto (norte).
Portugal é mesmo lindo. Tem seu charme próprio, e até tem suas tosquices, mas é um charme. Digo pelo que vi. Não dá pra comparar com Roma e Paris, são conceitos diferentes. Experiências distintas, até também pela cultura e línguas de cada lugar.
É estranho, pois a língua é a mesma, de fato, mas com aquele sotaque carregadíssimo. Além disso a cultura lá é bem brasileira. Lembra nossa casa, gente. Ou pelo menos o Rio. Não sei... Senti-me assim.
O transporte - como em todos os lugares que fui - dá de 10 x 0 no Brasil. Mas há problemas burocráticos demais, segundo soube, pelo Eduardo, que mora lá agora. De qualquer forma, as duas cidades que visitei, Lisboa e Porto, têm uma beleza característica que não encontrei nos outros países. E foi bom encerrar por Portugal, pois já fui matando antecipadamente parte da saudsde do Brasil. E do Português.
Depois, do Porto, parti de volta para Paris, onde passei uma noite e hotel no aeroporto CDG, e de manhã, peguei a Air France pro Rio.
E qual será o próximo destino? Nova York? China? Londres? Alguém se empolga?
E agora? |
Em Portugal fala-se outro português. E é Europa. Mas tem muito de Brasil lá, ou muito de Portugal cá. Como queriam.
O fato é que minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá e, por mais que as aves não gorjeiem tão bonito lá, eu digo: que terra bonita essa que nos descobiru. MOV09213.mpg (11.5 MB)
|  | É o primeiro do G7 a casar-se. Houve quem achou que seria o último. Mas aquele velho ditado clichê veio confirmar-se aqui: Eduardo se casou com Rosana e foi com ela para a Cidade do Porto, Portugal. Atravessou o Atlântico e deixou-nos cá, mas ora pois, à mercê de Lulas e apagões, com a perdão do pleonasmo.
Choramos. Nos emocionamos com o casório. Com a partida. Despedidas são duras. É preciso firmeza. E a certeza de voltaremos a nos ver precisa ser constantemente re-alimentada pela vontade.
Eduardo e Rosana: sejam felizes onde quer que seja! E chamem-nos logo para tomar um vinhozinho à beira da lareira no inverno europeu... |
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