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|  | Roma e Milão. O Eixo Rio-São Paulo da Itália. Fiz de Trem.
Em linhas gerais, com 3 dias e meio em Roma, posso dizer que ela é tão bonita quanto me disseram que era. Sim, achei mais bonita que Paris (pronto, Taci). Mas é bem menos estruturada. Só que não fui lá pra ver estrutura, senão ia pros EUA, porra. Roma é foda! =D
As fotos do primeiro dia e Roma (Colosseo, Campigdolio, Piazza Navona...) estão na casa do pessoal do CLU de lá (onde fiquei minhas 4 noites). Aguardo pelo correio o CD. Depois posto cá. Aliás, ter ficado com eles foi emocionante... Detalhes, ao vivo contarei...
Milão foi quem me surpreendeu. Uma cidade grande, mas charmosa. Arquitetura também bonita, transporte urbano aparentemente funcional (apesar da sujeira do metrô, quase estilo Central do Brasil do Rio). Mas só estive lá 24 horas e não posso dizer mais. Valeu pela comida da Cris, pela visita ao túmulo de D. Giussani e pelo jantar com o pessoal da Casa do Felice, onde estavam Paulinha e Giovanni (o Felice mesmonão estava).
Próximo destino: Lisboa, Portugal... |
|  | Não fosse o calor inacreditável que fazia dentro de casa, teria sido perfeito.
Amigos próximos, música boa e alta, gente animada, roupa branca, luz negra, espaço pra dançar forró, espaço pro Gustavo cair estabacado no chão, varanda pra ver os fogos nos bairros vizinhos, vista pro sol nascente. No quarto do ar condicionado ainda tinha videokê e mariokart no N64.
Bebida à vontade, menos não-alcóolica. Essas faltaram no final, mas foram sendo reabastecidas pela madrugada no bebedouro do playground. Sanduíche à metro kilométrico. Pastas diversas. A de salame estava incrível.
A noite terminou já de dia, além das 6h da manhã, com metade do pessoal esperando pelo raiar do sol por detrás das montanhas, ao som de "Qui presso a te", "Ave Maria, splendore del matino", "Cuando de mi Patrona", "Ballata del amore vero", dentre outras, puxadas por Tati, Kahena e Cassiano e timidamente por mais alguns, eu inclusive.
Uma festa pra ficar na memória. E até 31/12/2008, dessa vez com ar condicionado na sala. |
|  | Foi inacreditável. Sete patos. E ela veio: oito, então. Não bastasse a mágica que todos juntos já traziam sem ela, ela ainda veio. Ainda que de surpresa. E só posso dizer que alguma coisa realmente especial tomou conta de mim a partir daquele último toque da campainha.
Mais uma vez era o "fator surpresa" aparecendo em nossas vidas. E, dessa vez, uma ótima surpresa, mostrando que a realidade não se cansa de me surpreender e que, ultimamente, bem que tem sido para o bem. Que bom. Preciso parar com essa medida de todas as coisas para certas coisas.
Cada pato com suas penas. Cada qual com seus ovos, suas manias. Oito patos, oito perfis. Tem pato-autista, pato-observador, pato-escandaloso, pato-ovelha-negra, pato-metódico, pato-vermelho, pato-doc-doc-doc (...), pato-chef e até semi-pato. Mas todos pato-lógicos. Patos de quatro patas. Todos na mesma patada. Na mesma risada, pelo menos por uma noite. E um almoço extra.
Um dia em que os compromissos programados foram desprogramados. Reprogramados pra sabe-se lá quando. Um dia em que projetos finais foram atrasados; louças loucamente sujas; noites de sono abreviadas; ingressos para o mestrado ameaçados. A vida se desorganizou por causa de alguma coisa maior. Não pela Taci, em si, não por ela sozinha. Mas sim pelo que ela trouxe pra gente além dos presentes e dos cabelos vermelhos. E sinto que absorvi algo. Um fóton, talvez. Dei um salto quântico. E, definitivamente: para uma camada mais energética.
E não é por causa do DVD - Trilogia De volta para o Futuro que eu escrevo isso tudo. Era só pra dizer que pra mim foi muito especial esse duplo encontro. Só posso me sentir assim, mais vivo, toda a vez que a realidade me surpreende com algo assim, inesperado, improvável, quase (mas não) irresponsável. Agradeço ainda pelos dias que hão de vir. E hão de se mostrar diferentes das minhas melhores esquematizações e planejamentos.
Abraços quânticos pra todos. E até o QDM II.
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|  | Um quarto de século tem sido minha resposta preferida pra tradicional pergunta "quantos anos você está fazendo mesmo?". O fato é que não me sinto velho ou novo demais. Nada disso.
Nunca senti-me tão bem, tão em paz com a realidade. Me sinto assim: na medida. Podia ser melhor? Sim, claro, e há mesmo de ser, mas não vim aqui para parafrasear canção alheia. Só quero dizer o seguinte: está sendo um ótimo ano, e só podia mesmo culminar com um aniversário divertido. Uma coroa de ouro pra todas as realizações: trabalho, família, amigos e algum trocado pro chopp de banana. E no meio de um mega feriadão bem carioca, apesar da chuva.
Que mais posso querer?
Em tempo: sim, eu estava mesmo de gel (gel???), mas por favor não comentem. Obrigado. |
|  | Então... Pra quem não foi, lamento dizer que bombou. Três ambientes: pista de dança, salão de concertos e mais a área externa. Teve até gente me ensinando a dançar forró (claro que isso eu não ia fotografar e botar aqui). Tipo assim... o Pablo foi. O Dot foi. Salaminho italiano fatiado à vontade.
Um evento raro, meus caros. Comentem, please. |
|  | Começou com carne. Acabou com funk. Até o chão. A bebida, é claro, não parou nem um minuto. Rolou até fantasia. Só quem ficou até o final teve o prazer de desfrutar, ao vivo, de cenas e momentos antológicos que vocês, aqui, verão só por foto. Uma pena. Da próxima vez fiquem até mais tarde!
ps: ainda ajudamos o André a arrumar tudinho. |
|  | Janeiro de 2007. Polly no Maranhão, eu nas férias do JT, em Diamantina. |
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